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Parte III: “Por quê é tão difícil emagrecer?”

 

Aqui está a continuação dos posts “Por quê é tão difícil emagrecer?”

3ª Parte: Emagrecendo

Comprometa-se com você mesmo e saia da posição de vítima,  assumindo sua Criança e, consequentemente dependendo menos dos outros.

Busque se libertar de crenças antigas e negativas, mágoas, culpas, medos, apegos exagerados. Liberte-se, você merece! Seja flexível! 

Faça uma revisão das tentativas anteriores e aprenda com a experiência, se necessário procure o auxílio de um profissional especializado na área em que está com mais dificuldades.

O efeito sanfona acontece quando as mudanças, internas e externas, não foram sólidas e bem incorporadas, portanto atue em 2 aspectos:

  •  EMAGRECER  (trabalho externo): orientação nutricional, dieta, atividade física (que dê prazer), conhecimento  (busque informações, experimente e pondere quais são válidas para você),                                                                                          
  • SER EMAGRECIDO (trabalho interno): auto-conhecimento, nova imagem corporal, reconstruir vínculos, relaxamento, meditação…

Tanto os Florais de Bach. como a Aromaterapia ajudam a equilibrar as emoções, diminuir a ansiedade e a romper com velhos padrões.

Dentro do sistema de Florais Joel Aleixo há florais que auxiliam na melhor integração com os biorritmos naturais, ou seja, reeduca em relação à energia que o corpo precisa ao longo do dia, necessidades de sono, aproxima e faz com que tenhamos mais respeito pela nossa própria natureza.

Agora é desenvolver a força e a perseverança! Talvez não seja tão difícil assim emagrecer ;)

Foto: /sxc.hu

Escrito 1 ano(s), 7 mês(es) ago.

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Parte II – Por quê é tão difícil emagrecer?

Esta é a continuação do post de ontem. 

Assumindo a responsabilidade sobre si mesmo

Imagine que dentro de você - que cronologicamente é um adulto - existe uma Criança e um Adulto.

Para ser saudável, fisica, mental e emocionalmente, sua Criança e seu Adulto devem se entender muito bem! A Criança é a fonte da criatividade, dos desejos e dos sentimentos e o Adulto tem o poder de decisão, ponderação e aprende com a experiência.

Quando a Criança domina a situação é porque o Adulto é permissivo demais. Neste caso surge a dificuldade de autocontrole, autoestima baixa. Um dos perigos nessa situação é que estabelecemos vínculo de dependência com “outro” adulto (pai, mãe, marido, esposa, filho, emprego), gerando imaturidade e ansiedade.

Se o Adulto é opressor e não dá espaço para a Criança temos rigidez e dificuldade de ter prazer, implicando em muitas doenças que isso acarreta, inclusive a depressão. No caso do seu Adulto ser “hiperdesenvolvido”, tome cuidado (!), pois pode estar cuidando de “CRIANÇAS” dos outros, que – aparentemente – já são bem “adultas” e se sentindo sobrecarregado e infeliz, e consequentemente, impedindo que os oustros cresçam.

Podemos oscilar também entre estes dois aspectos. Um exemplo é quando fazemos uma dieta super rígida, o Adulto controla tudo, nem uma caloria a mais! E a Criança fica sufocada, não pode relaxar e brincar, pois o o Adulto exerce pressão exagerada, e por ignorância, não imagina que a Criança precisa de espaço para relaxar (descontração, passeios, hobby…). Quando a Criança se sufoca em demasia, pode por tudo a perder comendo, por exemplo, todo o chocolate que vê na frente! Quem não conhece o famoso: “pé na jaca”, “perdido por 1, perdido por 1.000)? O maior problema aqui é a falta de flexibilidade (TUDO X NADA): “não estou completamente com o controle, então tudo está perdido!”, o que só aumenta a frustração diante do objetivo que (novamente) não foi alcançado.

Nas duas dinâmicas podem ocorrer excesso de peso: Criança mimada X Adulto permissivo e Adulto Opressor X Criança frustrada.

Quando o adulto e a criança conseguem estabelecer uma comunicação verdadeira e com amor, resulta em aconchego, segurança, desenvolvendo a autoconfiança e autonomia.

Reflita: Como é a relação Criança-Adulto dentro de você?  Você sabe o que faz sua Criança feliz? (observe suas fontes de prazer, paz, inspiração). E seu Adulto sabe acolher os sentimentos (ansiedade, mágoa, tristeza, frustração, raiva, medo) da sua Criança? O Adulto sabe como controlar e quando liberar os desejos da sua Criança?

Dica: O nosso “Adulto” interno aprendeu muuuito com todos os adultos importantes da nossa história de vida, é aí que as coisas se complicam um pouco mais! Se a “história” estiver muito difícil de ser digerida, talvez seja a hora de procurar um psicoterapeuta, um terapeuta floral, ou outro profissional que auxilie nessa digestão.

Foto: Glenda Otero/sxc.hu

Escrito 1 ano(s), 7 mês(es) ago.

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Por quê é tão difícil emagrecer?

A obesidade ocorre por fatores genéticos, biológicos, ambientais (familiares, sociais) e emocionais. Vou compartilhar com vocês algumas reflexões que coloco na palestra sobre os aspectos emocionais que dificultam o processo de emagrecimento, dividirei em 3 posts.

A 1 a. parte são questões que levam a uma autoreflexão, o objetivo é tirar as máscaras e encarar honestamente o problema. É importante que faça suas anotações!

Emagrecer implica em mudança de hábitos. Se você está acima do peso, algo de errado está fazendo, e mudança(s) devem ser feitas para reverter esta situação. Quero mudar? Há possibilidade de mudança na minha vida?

Algumas questões precisam ser levantadas e respondidas com sinceridade: qual é o seu comprometimento com o objetivo de emagrecer? Comprometimento vem da intenção com o objetivo de realização dos desejos mais profundos.

Reflita sobre a frase acima (preste atenção nas palavras sublinhadas) e complete: Quero emagrecer porquê……”

Quando o CORPO (que possui necessidades), a MENTE (pensamentos, sentimentos, memórias)  e a ALMA (escolhas que tem significado e finalidade trazem paz) estão alinhados o compromisso é estabelecido.

A insegurança é a quebra deste compromisso, que acontece quando estou mais ligado ao mundo externo e do que ao meu mundo “interno”. O que “abala” esta ligação? Sou escravo de alguém/algo? Por quê?

Pare e observe algumas questões que são comuns à ansiedade, insegurança e ao excesso de peso. Quais estão relacionadas com você?

  • necessidade de ter o controle
  • medo de desfazer relacionamentos, de ficar só
  • medo do abandono e/ou da rejeição: por isso não digo “NÃO!” 
  • medo de se libertar de “velhas” coisas
  • desejo que outras pessoas cuidem de mim: sou dependente de quem?
  • medo de mudar a imagem corporal           

Diante destas fontes de ansiedade a comida traz o acolhimento e é colocada “para dentro” como forma de compensação e gratificação,  muitas vezes como forma de sufocar o desconforto interno que não queremos sentir. Este normalmente é um dos ganhos secundários da obesidade: o meu problema (que sufoquei) não vi (e não verei), está enterrado sob uma camada de 20 centímetros de gordura em cima! “O único problema (que me permito ver) é o excesso de peso!”

“A força de vontade é uma consequência direta da compreensão, do conhecimento e da decisão correspondente. Pois todo ser humano tem certa quantidade de força, e cabe-lhe inteiramente a opção da direção em que irá canalizá-la.”

Eva Pierrakos e Donovan Thesenga em “Entrega ao Deus interior” (Ed.Cultrix) 

Foto: Julien Tromeur/sxc.hu

Escrito 1 ano(s), 8 mês(es) ago.

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Ainda sobre cidreiras: chás

 A Luciana, minha irmã, escreveu um comentário no post sobre “cidreiras”, e pediu que eu falasse sobre a diferença entre os chás. Vamos lá!

Capim-cidreira ou capim-limão (Cymbopogon citratus): Insônia, palpitações, gases, dores de cabeça.

A Verbena que produz o chá, em Inglês “Vervain” – o mesmo do floral de Bach,  é extraído da Verbena officinalis, espécie diferente da que é extraído o óleo essencial de Verbena (Lippia citriodora), o chá da Verbena officinalis é recomendado para debilidade orgânica, inflamações de garganta, problemas renais e hepáticos.

Lippia alba: problemas gastrointestinais, insônia, resfriados, calmante.

Melissa (Melissa officinalis): Sedativo, diurético, dores de cabeça. Encontrei no livro Plantas Medicinais, François Balmé (Hemus Ed.), a história sobre a famosa e poderosa Água de Melissa, encontrada nas farmácias, que é uma receita usada há séculos pelas carmelitas francesas, indicada como calmante, antiespasmódico e “antistérico” (sic).

Aqui está a receita que François Balmé, coloca em seu livro, eu ainda não fiz… terei que ir em busca das flores de melissa frescas!

 

Água de Melissa

  • 350 grs de flores frescas de melissa
  • 75 gr de casca de limão (só a parte amarela)
  • 40 gr de canela em pau
  • 40 gr de cravo
  • 40 gr de noz moscada
  • 20 gr de coentro
  • 20 gr de raiz de angélica

Macerar todos os ingredientes em 2 e 1/2 litros de álcool 70. Após 4 dias, filtrar com filtro de papel, conservando o líquido em um frasco bem fechado. A dose recomendada é 1/2 (meia!) colher de café em uma xícara de chá ou água quente.

Esta receita foi copiada do livro sem alterações.

 Foto: Cheryl Empey/sxc.hu

Escrito 1 ano(s), 8 mês(es) ago.

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“Ervas cidreiras: Você sabe a diferença?”, artigo da Revista Bons Fluídos

Veja  este artigo em: bonsfluidos.abril.com.br/livre/edicoes/0094/01/01.shtml

Na hora de preparar um chá calmante, qual destas plantas você escolhe: melissa, capim-limão ou lípia? E o sabor especial no suco, na sopa ou no pudim de leite, seria mérito de qual delas? Arriscaria responder a mais indicada para compor o perfume Chanel No 5? Pois, para quem achava que as ervas-cidreiras são todas iguais, aqui vão algumas saborosas novidades.

TEXTO: KÁTIA STRINGUETO
REPORTAGEM FOTOGRÁFICA: CAMILE COMANDINI
FOTOS: ROGÉRIO VOLTAN

As três plantas da foto podem ser chamadas de erva-cidreira. E é só amassar a folha de qualquer uma delas para entender o porquê. De todas exala um odor de limão (portanto a relação com a cidra, um tipo de limão-galego). O nome também se consolidou pelo uso: o conhecimento popular assim tem apresentado essas plantas por anos a fio, de geração em geração. E aí está a raiz da confusão.
Nem toda erva que denominamos cidreira é igual. Elas têm propriedades e usos diferentes. Mas não é difícil desfazer a bagunça. Primeiro, a ervacidreira oficial não é capim. Também conhecida como melissa (de Melissa officinalis, o nome científico) ou cidreira-verdadeira, entre outros nomes, ela tem folhas ovais, rugosas e com bordas serrilhadas. Suas flores variam do branco ao amarelo e rosa.
O capim-limão (ou capim-santo, capim-cheiroso, capim-cidreira ou cidró) é reconhecido por suas folhas finas, compridas e cortantes, que crescem, formando moitas. Cientificamente, foi batizado de Cymbopogon citratus.
A terceira planta do grupo a merecer crédito é a lípia, ou Lippia alba. É a cara da erva-cidreira. Não é à toa que ganhou o apelido de ervacidreira-brasileira, ou falsa-melissa. Ajuda saber que é a maior (em altura e tamanho de folhas – de 3 a 6 cm de comprimento). A disposição das folhas e flores chama a atenção: uma de cada lado da haste.
Identificadas pela forma, é só aproveitar o que cada uma oferece de melhor.

CIDREIRA OFICIAL

“A erva-cidreira, ou melissa, é a mais pesquisada e a mais calmante de todas”, explica Paulo Chanel de Freitas, professor de farmacognosia (ciência que estuda as plantas medicinais) da Universidade de São Paulo.
O médico carioca Alex Botsaris, especializado em acupuntura e plantas medicinais, concorda. “Vários estudos demonstram como a melissa age sobre o sistema nervoso. É tranquilizante, antidepressiva. Além de ser tradicionalmente empregada contra insônia, dores de cabeça e distúrbios gastrointestinais”, lembra.

CAPIM-LIMÃO

Mais aromático e saboroso é o capim-limão. Por isso, ele se comporta melhor na culinária. “Os tailandeses o utilizam como um condimento em sopas e molhos”, conta a consultora gastronômica Neide Rigo, de São Paulo.
O desempenho na saúde não faz feio. No Programa Farmácias Vivas, da Universidade Federal do Ceará, é empregado para o alívio de cólicas e para a ansiedade.
Embora a ação calmante não tenha sido demonstrada em pesquisas, Botsaris enfatiza o efeito antimicrobiano. “Banhos de capim limão, fungicida, são ótimos para combater as micoses”, recomenda. “E o chá das folhas frescas é expectorante. Bom para eliminar secreções das vias aéreas.”

LÍPIA

Presente em quase todo o Brasil, a lípia tem uma ampla aplicação popular, muitas vezes por ser confundida com a melissa. A literatura científica demonstrou que a infusão de suas folhas é indicada no tratamento de desordens gastrointestinais, doenças respiratórias, dores de estômago e garganta e intoxicações em geral.
Há diversos tipos dessa planta medicinal. “A lípia que contém citral como item majoritário entre os princípios ativos possui o aroma característico da erva-cidreira e é indicada para os mesmos fins”, explica o pesquisador científico Carlos Colombo, do Instituto Agronômico de Campinas.
Mas um tipo rico em linalol despertou o interesse da indústria de perfume. “Esse é o mesmo componente extraído do pau-rosa para fazer o perfume Chanel No 5”, informa Colombo. “A planta poderá ser uma alternativa ao uso do pau-rosa, que está em extinção.” Por enquanto, ela consta da lista das dez espécies com maior potencial de utilização pela empresa Natura.
E agora, com qual cidreira você vai fazer seu chá? 

A tintura de ervas medicinais tem a mesma potência que a infusão. Um sachê de chá equivale a uma colherinha das de chá da tintura. “A vantagem dessa última é a praticidade. É abrir e tomar”, esclarece o médico Alex Botsaris. Para preparar a sua, misture 10 g de erva desidratada e moída (melissa, por exemplo) com 100 ml de álcool de cereais diluído a 96% (à venda em farmácias de manipulação). Coloque em frasco escuro. Agite uma vez por dia durante dez dias. Coe em filtro de pano e armazene em local protegido da luz. A tintura já pode ser utilizada em compressas ou para potencializar o efeito do chá.

 

VANTAGEM NA COZINHA

• Diferentemente das folhas de capimsanto, que são ótimas para sopas, mas devem ser retiradas do prato antes de servir, as de melissa são delicadas e macias. Pique-as em saladas de frutas, no recheio de cream-cheese ou utilize inteiras na salada de folhas.
• Se a idéia é um suco, experimente capim-cidreira, manga e laranja ou cidreira, melancia e laranja. Aprovado pela equipe de BONS FLUIDOS.
• A charista Carla Saueressig, dona da Loja do Chá, em São Paulo, dá a dica: misture erva-cidreira, cascas de limão, cascas de laranja e maçã seca em partes iguais. Faça um chá e coloque cubinhos de gelo.

 LIVRO
“Fórmulas Mágicas – Como Utilizar e Combinar Plantas para o Tratamento de Doenças Simples”, Alex Botsaris (ed. Nova Era).
“O Poder das Ervas”, André Rezende, (ed. Ibrasa)

Escrito 1 ano(s), 8 mês(es) ago.

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É só adicionar, assim você estará sempre atualizado dos novos posts, poderá interagir, expor dúvidas, colocar sugestões, compartilhar informações com outras pessoas que também se interessam por aromaterapia, florais, qualidade de vida.

O canal de e-mails também continua como ferramenta: contato@vidafloral.com.br

E tem também “comentários” aqui embaixo, que são sempre respondidos aqui no blog (na página em que você postou o comentário) e por e-mail também.

Agradeço a opinião de vocês!

beijo

Sílvia

Foto: sxc.hu/Alessandro Paiva

Escrito 1 ano(s), 9 mês(es) ago.

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Alquimia e a arte de transformar metal em ouro

Certa vez, na Idade Média, um andarilho apareceu em uma aldeia.

Dirigiu-se à praça central da cidade, anunciou-se como alquimista e disse quen ensinaria a transformar qualquer tipo de metal em ouro. Algumas pessoas pararam para ouvi-lo e começaram a ridicularizá-lo. O estranho não se abalou, e pediu um pedaço de metal. Alguém lhe entregou uma ferradura; um outro lhe ofereceu um prego. O alquimista, então, pegou as peças, e, ainda diante da risada dos incrédulos, colocou-as numa pequena vasilha. Derramou sobre elas o conteúdo de um frasco que havia retirado da sua sacola. Permaneceu em silêncio durante alguns segundos. E o fenômeno aconteceu: a ferradura e o prego tornaram-se dourados.

Uma sensação de espanto percorreu a multidão que se amontoava na praça. O alquimista levantou as peças de ouro para que todos pudessem admirar a transmutação. Um ourives que estava presente pediu para examinar os objetos. Em pouco tempo, revelou-se que as peças eram de ouro puríssimo, como nunca se vira antes. O alquimista, então, pegou um grosso livro da sua sacola e disse estar nele o segredo da transmutação dos metais em ouro. Em seguida, entregou um livro a uma criança e partiu, tranquilo. Ninguém o viu ir embora, pois todos os olhos mantiveram-se fixos no livro que a criança segurava.

Poucos dias depois, a maioria das pessoas possuía uma cópia do valioso manuscrito. A receita para produzir ouro passou a ser conhecida por todos. Contudo, a fórmula era complexa. Exigia água destilada mil vezes no silêncio da madrugada e ingredientes que deveriam ser colhidos em noites especiais e em praias distantes. No início, todos puseram mãos à obra. Mas, com o passar do tempo, começaram a desistir do trabalho. Era muito penoso ficar mil noites em silêncio esperando a água destilar. Além disso, procurar os outros ingredientes era muito cansativo.

Começaram, então, a dizer que aquilo era apenas uma galhofa deixada pelo alquimista para mostrar como eram todos.

As pessoas foram desistindo. E, à medida que desistiam, tentavam convencer os outros a fazer o mesmo. Assim, muitos e muitos outros, influenciados pelos primeiros, também desistiram. Apenas um pequenos grupo prosseguiu com o trabalho. Seus integrantes, apesar de ridicularizados pelo resto da aldeia, continuaram destilando a água, e fizeram várias viagens juntos, à procura dos ingredientes da fórmula do alquimista.

Conforme passava o tempo, o pequeno grupo de aprendizes de alquimia acumulava histórias divertidas, situações interessantes e experiências únicas que passavam juntos. E tornavam-se cada vez mais unidos. Transformaram-se em grandes amigos. Até que chegou o dia, e eles, que haviam começado juntos, viraram juntos a última página do livro do alquimista. Lá estava escrito:

“Se todas as instruções foram seguidas, você tem agora o líquido que, derramado sobre qualquer metal, transforma-o em ouro. Entretanto, o que nos torna infinitamente ricos não é a quantidade de ouro que conseguimos produzir, mas os momentos que compartilhamos com os verdadeiros amigos. Agora você já percebeu que a maior riqueza não está no produto final obtido, mas, sim, no caminho percorrido”.

Compartilho com vocês deste texto, que encontrei no livro “Guia de Beleza Natural” de Flávia Lippi (Ed.Idéia e Ação). 

E do que é feito o caminho, se não for de perseverança, fé, missão de vida, dedicação, amizade, doação e amor?

Foto: Mateusz Stachowski/sxc.hu

Escrito 1 ano(s), 9 mês(es) ago.

8 Comentários

Comentários

Adoro os comentários de vocês! É uma troca enorme: aprendo, vejo que assunto pode ser mais explorado, aprendo muito!

Este blog foi criado com o objetivo de informar sobre Aromaterapia e Florais, e também trocar experiências.

Procuro responder a todos os comentários, alguns no próprio post (ou página) em que foi feito e algumas vezes por e-mail. Normalmente acontece assim: entro nos “bastidores” do blog, na ”administração”, onde há um número ao lado de “comentários”, este número refere-se aos comentários que não respondi. Leio, aprovo-os, depois disso é que eles aparecem na página em que foram feitos e respondo. Mas tenho percebido que alguns comentários foram aprovados sem que eu tenha visto!!! Para quem não sabe este blog sou eu e mais eu, ou seja só eu sou responsável pelo conteúdo dos posts e das respostas aos comentários. Estou revendo os comentários que ficaram sem resposta e respondendo à todos.

Peço milhões de desculpas, e se você escreveu e não obteve resposta por favor, escreva novamente.

Beijo

Sílvia

Escrito 1 ano(s), 10 mês(es) ago.

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Lesão osteocondral – 2a.parte

Como contei no primeiro post sobre esse assunto,  a minha filha que hoje faz 13 anos – está(va) em tratamento de Lesão Osteocondral do Talus (lesão na cartilagem do tornozelo) desde julho do ano passado.

Tivemos consultas com o ortopedista, Dr. Alexandre Francisco de Lourenço, em julho (recomendação uso de 2 muletas e não apoiar o pé lesionado no chão) e setembro (uso de apenas uma muleta para apoiar o pé direito), para estas consultas foram feitos exames de Raio X que mostravam que a cartilagem estava regenerando, com boa evolução mas que ainda não era 100%.

A consulta de dezembro foi muito animadora, a melhora estava sendo ótima, poderia passar a usar a muleta canadense para o apoio do pé direito para caminhar, única atividade física era a natação, em janeiro deveríamos voltar com um exame de Ressonância Magnética para confirmar a evolução. Mas acho que essa consulta foi animadora demais! Em janeiro fomos para a praia e deixávamos a Júlia ir até a praia sem muleta, afinal era só uma quadra…  Em janeiro um exame de Ressonância Magnética mostrou que ainda tínhamos tratamento pela frente, havia muito “líquido” em volta que estava impedindo a regeneração, retorno em maio com novo Raio X, recomendação de natação (3 vezes por semana). Me senti um culpada após essa consulta… O melhor é aprender com os erros!

A Júlia fez o tratamento direitinho, só deixava de usar a muleta quando permitíamos, conseguia lidar bem com a limitação, só quando voltava das consultas chorava, dizia que sentia falta de correr, pular, dançar… Mas conversávamos bastante, chorávamos juntas e sabíamos que um dia ela ía “sarar” só não sabíamos quando. No início ela se incomodava bastante com o fato de ser diferente, por chamar a atenção, por olharem tanto para ela, tudo isso rendeu muita conversa, um olhar diferente para as pessoas que vivem com limitações, muito aprendizado e amadurecimento…

Ontem fomos para a consulta com o novo Raio X  e, inesperadamente para nós, ela teve alta!!! Teve uma ótima recuperação e está liberada para todas atividades físicas, sem o uso de muleta! Dr. Alexandre pediu retorno daqui 1 ano, com novo Raio X e um pouco mais magrinha. Ela saiu do consultório super feliz! Correndo, pulando, gritando :)

Melhor presente de aniversário que ela podia receber! Parabéns Juju! Você merece!

foto: Sanja Gjenero/sxc.hu

Escrito 1 ano(s), 12 mês(es) ago.

12 Comentários

Empório Natureza e Cia.

Sábado, 17 de abril, teve palestra “Por quê é tão difícil emagrecer?” no Empório Natureza e Cia no bairro do Ipiranga, em São Paulo. A palestra foi ótima: conversamos, trocamos experiências, muito legal! Saí de lá com a sensação de missão cumprida: semear novas idéias, auxiliar no auto-conhecimento e ampliar horizontes.

O Empório merece um “post”, lindo, aconchegante, produtos variados e de excelente qualidade! Alimentos diet, light, integrais (pães, biscoitos, etc), SEM lactose, SEM glúten (congelados também: doces, pizzas), temperos, suplementos, cosméticos fitoterápicos, artigos de aromaterapia, alimentos congelados (salgados integrais, bolos e tortas light, quiches) e muito mais…  com ótimo atendimento!

Passa lá: rua Costa Aguiar, 1861, Ipiranga/SP, fone: (11) 2769.1073

site: www.emporionaturezaecia.com.br

PS: No Empório, dia 15/05, sábado haverá o curso de Sprays de Ambientes Aromaterápicos.

Escrito 2 ano(s) ago.

2 Comentários

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