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Concluir um projeto profissional, receber um presente especial, ganhar uma promoção, etc. muitas vezes podem ser exemplos de conquistas pessoais. No entanto, embora estas geralmente reflitam um reconhecimento ao seu empenho e sejam dignas de ser lembradas, uma reflexão importante que pode ser feita é em relação às nossas maiores vitórias, conectadas ao nosso crescimento enquanto indivíduos: ser capaz de mudar um hábito, desenvolver uma nova qualidade no caráter, perdoar alguém a partir do coração e viver em harmonia consigo e com os outros – estas são vitórias ‘que não têm preço’ e que estão ao alcance de cada um.
Brahma Kumaris
Foto: Gabor Palla/sxc.hu
Escrito 9 mês(es), 1 semana(s) ago. 4 Comentários

“Dentro de você há 8 armas espirituais. Conforme a situação, escolha a arma apropriada e use-a no momento certo. Experimente e veja como seus limites se ampliam.
(1) Interiorizar-se: busque o que você é realmente, não se perca no que você não é.
(2) Desprender-se: sinta que o passado é uma mochila pesada e desconfortável, solte-a.
(3) Tolerar: deixe de lutar contra o vento e passe a amá-lo.
(4) Ajustar-se: veja que a vida é elástica e seja elástico também.
(5) Discernir: escute sua consciência e entenda que tudo que vem é para o seu bem.
(6) Julgar: seja juiz de si e advogado dos outros, não o contrário.
(7) Enfrentar: faça as coisas pelas quais tem medo e o medo desaparecerá.
(8) Cooperar: trabalhe com outros e transforme o difícil em fácil.”
Esta mensagem é do Brahma Khumaris que ensina a meditação Raja Yoga, há cursos e palestras com vários temas que aquecem nossos corações e acalmam nossa mente. Passa lá! Informações no site: www.bkwsu.org/brazil
Foto: /sxc.hu
Largar desse cais
Ir sem direção
Seguir os ventos que clamam por mim
Tecer minhas teias
Com minhas mãos
Sugar das entranhas desse chão meu fim
Digladiar com os dois de mim
Ser o São Jorge de meu dragão
Dividir meus segredos com a noite
Minhas verdades com os céus
Trilhar as estradas
Que não trilhei
Romper as portas trancadas por mim
E assim minhas mãos saberão de meus pés
E assim renascer e assim renascer
Música: Zizi Possi
Letra: Altay Velloso
Foto: Pieter Beens/sxc.hu

Esquecemos o que devemos lembrar e lembramos o que devemos esquecer.Esta é uma realidade.
Esquecemos aqueles nos fizeram sorrir, lembramos daqueles que nos fizeram chorar.
Esquecemos o que deu certo, lembramos o que deu errado.
Esquecemos de lembrar de Deus, lembramos do que nos causa temor.
Esquecemos das virtudes, lembramos dos defeitos.
Esquecemos as soluções, lembramos das preocupações.
Para inverter a equação, lembre-se que você é o mestre da mente. Então diga à ela:
- “A partir de hoje, lembre do que deve lembrar e esqueça o que deve esquecer.”
Brahma Kumaris
Foto: M Nota/sxc.hu

Tem paciência
com tudo não resolvido em teu coração
e
tenta amar as perguntas em ti
como se fossem
quartos trancados ou livros escritos em idioma estranho.
Não pesquises em busca de respostas
que não te podem ser dadas,
porque tu não as podes viver,
e
trata-se de viver tudo.
Vive as grandes perguntas agora.
Talvez num dia longínquo,
sem o perceberes,
te familiarizarás com a resposta.
Rainer Maria Rilke
Foto: Geo Okretic/sxc.hu

A Primavera começou oficialmente ontem, e eu adoro essa época do ano!
É a estação de Terra, renascimento, florescer, concretizar, realizar, se abrir para a vida… Ter a oportunidade de fazer, tentar de novo, mas talvez de uma forma diferente, usando o aprendizado das experiências anteriores.
Para mim está sendo mais especial ainda neste ano! Há um ano atrás comecei o blog, houve insegurança, dúvidas, mas durante o caminho, no fundo, no fundo, sentia que estou num caminho que me traz felicidade, paz e que consigo integrar tudo que gosto e acredito. Às vezes em que estive em crise, era o “ego” (no sentido de máscaras, distanciamento do eu interior), as comparações que estavam me sufocando e trazendo a dúvida.
Agradeço muito à vocês, que lêem, comentam, me apóiam, questionam… à todas as pessoas que apareceram no meu caminho e me ajudaram a eu entender melhor mais de mim mesma.
Aprendo a cada dia que passa com a minha vida e com a minha profissão e só posso agradecer por isso, também!
Que as sementes que planto aqui floresçam por aí…
Linda primavera para vocês!
Beijos
com amor,
Sílvia
PS: Nessa primavera, mais uma mudança, em breve novidades sobre o novo consultório
Foto: Ipê Amarelo, na região de Matão/SP, tirada por mim!
Escrito 1 ano(s), 4 mês(es) ago. 2 Comentários

Adoro esta música na voz do Frejat e pesquisando descobri que a composição é de Raul Seixas, Paulo Coelho e Marcelo Motta.
Veja
Não diga que a canção está perdida
Tenha em fé em Deus, tenha fé na vida
Tente outra vez
Beba
Pois a água viva ainda está na fonte
Você tem dois pés para cruzar a ponte
Nada acabou, não não não não
Tente
Levante sua mão sedenta e recomece a andar
Não pense que a cabeça agüenta se você parar,
Há uma voz que canta, uma voz que dança, uma voz que gira
Bailando no ar
Queira
Basta ser sincero e desejar profundo
Você será capaz de sacudir o mundo, vai
Tente outra vez
Tente
E não diga que a vitória está perdida
Se é de batalhas que se vive a vida
Tente outra vez
Foto: Jean Carneiro/sxc.hu
Escrito 1 ano(s), 5 mês(es) ago. 2 Comentários

Pessoas em crise, o mundo está em crise, acredito que tudo isso tem finalidade e um fim, para os momentos difíceis busco auxílio e conforto com o capítulo 11: “O sentido espiritual da crise” do livro “O Caminho da Autotransformação”, de Eva Pierrakos (Ed.Cultrix). Este livro faz parte da sequência de livros lidos no método Pathwork, abaixo alguns trechos:
Qual é o sentido verdadeiro, espiritual da crise? A crise é uma tentativa da natureza de efetuar mudanças através das leis cósmicas do universo. Se o ego, a parte da consciência que dirige a vontade, obstruir a mudança, a crise ocorrerá para possibilitar uma mudança estrutural.
… toda crise é um reajuste… procura romper velhas estruturas construídas sobre conclusões falsas … A crise sacode hábitos arraigados, possibilitando um novo crescimento. Ela dilacera e rompe, o que é momentaneamente doloroso, mas, sem ela, a transformação é impensável.
Quanto mais dolorosa for a crise, mais a parte da consciência que dirige a vontade tentará impedir a mudança. A crise é necessária porque a negatividade humana é uma massa estagnada que precisa ser sacudida para se soltar. A crise é uma característica essencial da vida; onde há vida, há mudança infindável. Somente os que ainda vivem no medo e na negatividade, que resistem à mudança, é que concebem como algo a que se deve resistir. Ao resistir à mudança, eles resistem à vida em si, e assim o sofrimento se fecha sobre eles e os comprime ainda mais. Isso acontece no desenvolvimento global das pessoas e também em aspectos específicos.
Os seres humanos conseguem ser livres em áreas que não resistem à mudança. Nessas áreas, eles se harmonizam com o movimento universal. (…) Todavia, esses mesmos indivíduos reagem de maneira inteiramente diferente nas áreas em que tem bloqueios. Eles se ligam temerosamente a condições imutáveis dentro e fora deles mesmos. Onde não resistem, sua vida está relativamente livre de crises; nas áreas em que resistem à mudança, as crises são inveitáveis.
A razão de ser do desenvolvimento humano é libertar os potenciais inerentes, que na verdade são infinitos. Entretanto, onde há fixação de atitudes negativas, é impossível concretizar esses potenciais. Somente a crise pode demolir uma estrutura construída sob premissas que contradizem as leis da verdade, da felicidade e do amor cósmicos. A crise sacode o estado de paralisia, estado esse que é sempre negativo.
No caminho para a realização emocional e espiritual, você precisa trabalhar intensamente para libertar-se de suas negatividades. Quais são elas? As concepções errôneas; as emoções destrutivas e as atitudes e padrões de comportamento delas decorrentes; os pretextos e as justificativas. (…)
Diferentemente da verdade, do amor e da beleza, que são atributos divinos infinitos, a distorção e a negatividade nunca são infinitas. Elas terminam quando a pressão explode. Esta é uma crise dolorosa, e as pessoas em geral resistem-lhe com todas as suas forças. (…)
Se a consciência assim o decidir, a crise pode significar o término da autoperpetuação negativa que se avoluma continuamente. Quando a explosão acontece, as opções de reconhecer o sentido ou de continuar fugindo tornam-se mais claramente definidas. (…) O indivíduo, consequentemente, deve ver que todas explosões, colapsos e crises significam a derrubada de velhas estruturas para possibilitar a reconstrução de uma estrutura nova e melhor.
A crise pode ser evitada contemplando a verdade interior quando os primeiros sinais de distúrbio e de negatividade se manifestam na superfície. Porém, requer-se muita honestidade para enfrentar as convicções pessoais firmemente acalentadas. Esse confronto pode interromper a autoperpetuação negativa, a força motriz que compõe a matéria psíquica errônea e destrutiva até que encontre um ponto de ruptura. Ela evita os muitos círculos viciosos presentes na psique humana e nos relacionamentos que são dolorosos e problemáticos.
(…) Quanto maior a necessidade de mudança e quanto maior a resistência a ela, mais dolorosa é a crise. Quanto mais abertura e disponibilidade houver para a mudança, em qualquer nível, e quanto menos essa for necessária em qualquer momento do caminho evolutivo do indivíduo, menos rígida e sofrida será a crise. (…)
Quando o processo de crise é aceito e não é mais obstruído, quando a pessoa se põe a andar junto com ele em vez de lutar contra ele, o alívio chega de modo relativamente rápido. (…) a auto-revelação traz paz; a compreensão proporciona nova energia e vitalidade. O processo de cura está em andamento mesmo quando o abscesso estoura. (…)
Toda experiência negativa, todo sofrimento, é resultado de uma idéia errada. Um aspecto importante deste trabalho é a articulação dessas idéias. E, entretanto, quantas vezes vocês ainda deixam de perceber isso por não manterem em mente esses fatos incontestáveis quando se confrontam com uma situação de infelilcidade?
Independente de como você vivencie as crises, sempre há nelas uma mensagem para a sua própria vida. Cabe a você não projetar suas experiências para fora, nos outros, o que é sempre a tentação mais perigosa. Ou ainda, projetá-las em você mesmo de um modo destrutivo, o que o leva a desviar-se da meta do mesmo modo que sucede quando projeta suas experiências nos outros. (…)
Se você aprender a separar a menor sombra da sua vida diária e a explorar num sentido mais profundo, você controlará as pequenas crises de um modo que se tornará impossível a dilatação do abscesso.
Escrito 1 ano(s), 6 mês(es) ago. 2 Comentários
Para ajudar a entender a idéia do Eu-verdadeiro (Eu Superior, Self) do post sobre o Floral Rock Rose uso esta frase, publicada em 1931, do livro “A Terapia Floral escritos selecionados de Edward Bach” (pág. 64, Editora Ground)
(…) enquando nossas Almas estiverem em harmonia com nossas personalidades, tudo será alegria e paz, felicidade e saúde. O conflito surge quando nossas personalidades são desviadas do caminho estabelecido por nossas Almas, seja por causa de nossos desejos terrenos, seja pela persuasão de outras pessoas. Este conflito é a causa-base da doença e da infelicidade. Não importa qual seja o nosso trabalho no mundo – engraxate ou rei, proprietário ou camponês, rico ou pobre – enquanto estivermos realizando aquele trabalho de acordo com os ditames de nossa Alma, tudo estará bem. E podemos ficar tranquilos, porque, qualquer que seja a posição em que tenhamos sido colocados na vida, seja ela superior ou inferior, ela contém as experiências necessárias àquele momento de nossa evolução e nos oferece as melhores vantagens para o nosso desenvolvimento.
Pode ser simples: auto-reflexão para ver se há tranquilidade interna, esta é uma referência para sabermos se estamos em união com o nosso Eu-verdadeiro. Pena que nem sempre é…
Escrito 1 ano(s), 6 mês(es) ago. 1 Comentário
Tá difícil! Perdi a conta de quantas vezes sentei na frente do computador e tentei escrever um post, tentei vários assuntos: florais, aroma, nada… Estou desacorçoada
Estou cansada, abarrotada de idéias, mas difícil colocá-las em prática…
Será falta do elemento terra?
Outra alternativa, mais plausível para mim é que o “ego” está impedindo a criatividade de aflorar, é como se tivesse aquele diabinho do lado falando: “tem que fazer!”, “tem que ser bom!”, “idéias originais! Faça-me o favor!”
Puff! Quero explodir esse diabinho! Por isso não adianta insistir em escrever nada! Vou em busca do meu anjinho, da minha criança interna, fonte de leveza e poço de criatividade! Como chegar lá? Fazendo coisas que me dão prazer, sem cobranças, que me tragam inspiração.
Acho que vou molhar minhas plantas e bater um papinho com as amigas! Até breve!

Escrito 1 ano(s), 8 mês(es) ago. 3 Comentários